Lâmpada de Xenon: uma vez com ela, jamais sem ela

Foi-se o tempo em que comprar uma lâmpada de Xenon era sinônimo de gastar praticamente o preço de um Fiat Uno Mille. Hoje, este equipamento está bem mais em conta, facilitando sua venda a um número bem maior de consumidores.

Acredito que podemos dividir a “era dos faróis de xenônio” em três momentos. O primeiro é que este item só equipava modelos de alto luxo, na sua maioria importados, sendo um claro sinal de sofisticação. O momento seguinte é a dos tunados: parte desta turma começou a equipar seus modelos com lâmpadas de xenon como um diferencial para deixar o carro ainda mais personalizado.

O terceiro e último momento é da popularização desse equipamento, que é mais eficiente, seguro e duradouro. Ele ilumina mais, o que aumenta a segurança dos ocupantes do carro e de quem (ou o que) estiver externo ao automóvel (pessoas, animais, postes, outros veículos, etc.) e tem vida útil cerca de quatro a cinco vezes mais do que a lâmpada normal. Além disso, os faróis de xenônio causam menos ofuscamento da visão dos outros motoristas.

Atualmente estamos na transição entre o segundo e o terceiro momentos, mas com o primeiro ainda vivo e existente. Veja abaixo um comparativo entre as lâmpadas de xenônio e as halôgenas.

 

Diferenças (texto de Enio Greco, em matéria do Estado de Minas – 09/2007)
Para entender as vantagens dos faróis de xenon é preciso conhecer suas principais diferenças em relação às lâmpadas halógenas. Ivan Lelis, gerente de Marketing e Produto da Divisão Automotiva da Philips, explica que as lâmpadas halógenas usam filamentos incandescentes, que transformam energia elétrica em luz amarelada. Já as lâmpadas de xenônio (gás nobre) têm funcionamento semelhante ao das fluorescentes. Não têm filamento e são alimentadas por reator de alta tensão, que, em uma reação química, promove a colisão de íons e elétrons, gerando luz branca.

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