Impressões – Especial – O marcante Chevrolet Astra

Um companheiro de horas felizes e tristes; de tranquilidade e apertos; de viagens e deslocamentos; sempre sem reclamar e sem nunca ter me deixado na mão. Assim posso definir o meu ex-carro Chevrolet Astra Elegance hatch, que acabou de ser vendido. Como vocês poderão ver, o post ficou muito grande (com certeza um dos mais longos da história do De 0 a 100), mesmo depois de dois cortes. Mas isso só mostra como eu gostei do carro e vou sentir falta dele.

Quem quiser participar do Impressões, como o Leônidas, o Rafael, o Jow, o Hugo, o Bruno, o Joathan, o Leônidas (de novo!), o Hugo Leite, o Pedro, o Piauí Jr., o Renato Dantas, o Mário Cesar, o Mário Cesar (de novo!), o Renato Dantas (de novo!), o Joathan (de novo!), o José Barbosa Júnior e o Jefferson de Oliveira, basta enviar um e-mail para renatoparizzi@gmail.com. Fale um pouco sobre o seu carro. Descreva os pontos positivos, negativos e conte alguma coisa curiosa! E não se esqueça de mandar fotos do veículo (só serão publicados posts com fotos). Garanto que a placa (ou algum outro detalhe) não será mostrada. 

Por que o Astra?

Minhas história com o hatch médio da GM começou muito antes de comprá-lo. No ano 2000 resolvi começar a juntar dinheiro para comprar um carro. O primeiro que veio à minha cabeça foi um Astra, pois, como já comentei inúmeras vezes, sem gostei de hatches médios.

Com o passar dos anos, passei a estudar ainda mais o mercado e, em 2004, comecei a cobrir jornalismo automotivo, testando, oficialmente e profissionalemente, meus primeiros carros. Foram inúmeros veículos testados, de Volkswagen Fox 1.0, que entrava água por todos os lugares, até um belo Lexus LS 430 e uma Mercedes-Benz SL 500 conversível, ambos nos Estados Unidos. Mas, dentro da minha realidade e necessidade, o Astra sempre se manteve firme na liderança da minha preferência.

Em 2007, consegui juntar R$ 50.000 para comprar um carro a vista. Foi então que comecei a pesquisar e avaliar propostas mais concretas. Eu precisava de um carro com bom espaço interno (sou muito alto), porta-malas mediano e que não fosse 1.0, sempre mantendo o máximo nível de segurança que 50 mil pudesse comprar. Depois de muitas horas de pensamento, análise e testes, dois carros chegaram na “final”: Volkswagen Polo e Chevrolet Astra.

Consegui um excelente negócio num Polo, com R$ 6.000 de desconto, além de IPVA e emplacamento pagos e dois “brindes” que deveriam ser de série: tapetes e peito de aço. Mas, a caminho da concessionária, desisti do negócio por um simples motivo: eu não seria feliz com o Polo. Pensei: “7 anos querendo um Astra e eu vou comprar um Polo?”. Dei meia volta com o meu Santana 1.8 e fui novamente negociar o Astra, sempre em Belo Horizonte.

Negociação

Visitei a Jorlan e a Orca, que me fizeram ofertas ridículas. Fui então à LiderBH, onde consegui um preço mais honesto no Astra Advantage hatch 2007/2007 preto, com airbag duplo: R$ 48.000. Entrei novamente no carro e, de novo, não gostei do acabamento. Fiquei chateado. Resolvi então perguntar para a excelente vendedora Marcia Azi sobre o Astra Elite, que custava mais de R$ 62.000. Antes dos detalhes, ela me falou então da versão Elegance. O carro custava R$ 57.800, prata Polaris, quatro portas, com airbag duplo e R$ 61.800 nas mesmas condições, somando o ABS – muito além do valor que eu podia gastar.

Foi então que ela me disse que poderia fazer o carro por R$ 55.000, com airbag duplo, mas sem ABS. Comecei a ficar mais animado. Conversa vai, conversa vem, o valor desceu para R$ 54.000. Eu disse a ela que, se o valor abaixasse para R$ 53.000, eu fechava o negócio. Depois de dois dias de espera, ela me ligou e disse que o gerente tinha autorizado o negócio. Resultado final: Astra hatch Elegance prata, com airbag duplo, por R$ 53.000.

Mas eu não estava satisfeito. Liguei então para GM e eles me deram uma carta bônus. Na época, a carta para o Astra Advantage era de R$ 450. Para o Elegance, o valor subia para R$ 2.000. Com isso, o preço abaixou para R$ 51.000 (com o emplacamento, peito de aço e tapetes incluídos). Foi então que veio mais uma boa notícia: meu Volkswagen Santana tinha sido vendido pelo preço da tabela Fipe – acabei conseguindo mais do que o que eu esperava. Fazendo os cálculos, o Astra Elegance saiu por R$ 49.000.

Lembram das malditas formigas? Elas apareceram no Astra!

O carro

Busquei meu Astra novo no dia 17 de abril de 2007. Abasteci o carro com etanol e o tanque de partida a frio com gasolina Podium, mesmo com o frentista erroneamente me dizendo que o primeiro tanque do carro deveria ser de gasolina.

O conforto da versão Elegance era muito superior ao do Advantage. O acabamento era de veludo, fazendo os bancos ficaram consideravelmente mais confortáveis. Além da direção hidráulica e do trio elétrico, o Elegance tinha ainda ar-condicionado eletrônico digital com controle automático, faróis de neblina, regulagem elétrica de altura dos faróis, espelho retrovisor interno eletrocrômico, banco traseiro bi-partido, limpador automático do vidro traseiro quando os limpadores dianteiros estão acionados e se engata a ré, e cinto de três pontos para todos os ocupantes. Coloquei ainda quatro acessórios no modelo: película anti-vandalismo, revestimento do volante em couro, módulo de som para ligar um MP3 Player e, um ano depois, sensor de estacionamento.

Chevrolet Astra Elegance tinha ar-condicionado digital

Desempenho

Tanto na cidade, quanto na estrada, vazio ou totalmente carregado, não tenho do que reclamar do desempenho do Astra. Os 121 cv com gasolina e 128 cv com etanol do motor 2.0 8V Flexpower eram mais do que suficientes para um automóvel de apenas 1.180 kg de peso (vejam como o Bravo e o Focus são gordos). A força de 18,3 mkgf de torque com gasolina e 19,6 kgfm com etanol tornavam a condução do veículo uma diversão.

Quando eu rodava distâncias de até a 350 km (ida e volta) ou quando estava com o carro muito carregado (também para percursos de até 350 km), sempre optava pelo etanol no tanque. A diferença de desempenho era notável. Já voltei de Tiradentes (MG) para Belo Horizonte, com cinco ocupantes e muita bagagem, sem enfrentar nenhum tipo de problema nas ultrapassagens. O ganho de 7 cv de potência e 1,3 kgfm de torque eram realmente notáveis. Com gasolina, o desempenho também era muito bom, mas inferior.

Por outro lado, com gasolina, a autonomia aumenta consideravelmente. Com um tanque de etanol, já rodei 464 km com o ar-condicionado ligado (indo de Belo Horizonte a São Paulo, a 110 km/h). Abasteci quando a luz do painel começou a piscar. Com gasolina, quando a luz começou a piscar, eu já tinha rodado 648 km, somando a distância de São Paulo a Belo Horizonte (a 110 km/h) com os trechos urbanos dentro das duas cidades.

Sobre o consumo, na cidade, a média ficava na casa de 6,7 km/l com etanol e 7,8 km/l com gasolina – em BH, rodando 60% do tempo sozinho e com o ar-condicionado ligado (isso depois das dicas de como fazer o carro beber menos – antes a média era de 6,3 e 7,4). Em São Paulo, a média foi de 7,2 km/l com álcool e 8 km/l com gasolina, quase sempre rodando sozinho, fora dos horários de pico e com o ar-condicionado ligado. Na estrada, quando rodei as distâncias acima, o carro fez média de 9,8 km/l com etanol e 13,8 km/l com gasolina. Mas, no trajeto de Belo Horizonte a São João Del Rei (MG), com velocidade variando entre 80 km/h e 90 km/h, com gasolina, a média foi de 14,9 km/l (com três pessoas, porta-malas lotado e ar-condicionado ligado o tempo todo).

O motor 2.0 Flexpower realmente é ultrapassado e deixa a desejar em diversos aspectos. Mas não posso negar que ele sempre funcionou muito bem comigo. Considero o desempenho do meu (ex) Astra muito bom e a média de consumo boa.

Foto do atual motor 2.0 Flexpower, que tem o X verde (o meu era vermelho). Credito: Chevrolet/Divulçação

Subestimado

Outro ponto que eu gosto do Astra é a sua estabilidade na estrada. Ele sempre teve comportamento exemplar nas curvas. Claro que não dá para abusar, pois ele tem tendência a sair de frente. Mas dou meus parabéns para a engenharia da Chevrolet pelo acerto de suspensão.

Durante minhas inúmeras viagens, enquanto eu percebia que o Astra era realmente estável, um aspecto sempre me chamou a atenção: como vários outros motoristas subestimavam o Astra. Não sei se eles não sabiam que o carro era 2.0 ou se eles eram simplesmente estúpidos (mais provável). O fato é que vários tentavam me passar como se eu não tivesse andando bem (no limite da via) ou tivesse a bordo de uma carroça, atrapalhando o trânsito.

Num trecho bastante sinuoso da estrada entre Belo Horizonte e São João Del Rei (depois de sair da BuRaco 040), um Corolla 1.8 tentava me passar de todas as formas, incluindo curvas e pontes. Como eu estava com etanol, durante uma subida, não tive dúvidas: pé embaixo e tchau Corolla. Só no meio da descida ele colou novamente na minha traseira, fazendo a ultrapassagem em faixa continua depois de uma curva.

Nas minhas indas e vindas de São Paulo para Belo Horizonte já observei isso mais vezes. Vários motoristas não tomavam conhecimento do Astra e “partiam para cima com tudo”. Mas a maioria era “cachorro que só late”: carros que só andam mesmo em descidas e retas (depois de embalar). Diferente deles, nas subidas, não importava a situação, lá estava o Astra, firme e forte, sem perder velocidade.

Para finalizar, uma vez tive problemas para ultrapassar um Honda Civic, na mesma estrada onde o Corolla me importunou, só que no sentido oposto. O motorista do sedã japonês era daqueles que acelerava junto com o carro que estava tentando ultrapassá-lo. Durante uma subida em reta, com ultrapassagem permitida, vinda de uma curva para a direita, reduzi de quarta para terceira marcha, pisei fundo no acelerador e percebi minha velocidade subir com entusiasmo. Quando o Civic resolveu animar, com seu motor 1.8 16V, mais da metade do Astra já estava na frente dele. E o Astra queria mais, só que finalizei a ultrapassagem e tirei o pé por questões de segurança.

Painel de instrumentos era elegante

Problemas

Mas, convivendo muito tempo com o mesmo carro, acabamos descobrindo alguns defeitos. No Astra, apenas três aspectos me incomodaram. O primeiro deles é o banco do motorista. Mesmo com ajustes de altura e lombar, depois de 2h seguidas dirigindo, eu começava a sentir dores nas costas e na perna esquerda, na altura do quadril. A minha altura contribuiu para isso, mas a concepção do banco, de 1998, foi realmente a grande responsável pelo problema.

As outras duas questões foram defeitos de fábrica que me incomodaram. Um deles foi na embreagem. Quando o Astra tinha apenas 15.000 km rodados, passei a ter dificuldades para arrancar, porque a embreagem estava “alta” demais. Levei o carro na concessionária LiderBH e reclamei. Um teste bastante limitado foi feito e me disseram que todos sistema deveria ser trocado, com o preço orçado em R$ 2.000, fora a mão de obra. Inconformado com a situação, tirei o carro da concessionária e liguei para a Chevrolet, para reclamar. Depois de muitas conversas, levei o veículo novamente numa concessionária, dessa vez a Jorlan. Deixei o carro lá para os testes. No dia seguinte o veículo estava pronto, com o custo da manutenção definido: R$ 0. Uma espécie de mola havia quebrado e foi substituída em garantia (mesmo com o fim da garantia do carro). O consultor técnico me disse que a embreagem estava praticamente como a de um carro 0 km.

Escrevi uma carta formal de reclamação à LiderBH, que demorou quase 2 meses para me responder. Como eles entraram em contato comigo na época da revisão anual do veículo, eles me pediram para levar o carro lá novamente, para eles demonstrarem que eu poderia ter confiança novamente no trabalho deles. Depois de muito pensar e de várias ligações e pedidos, levei novamente o carro lá para fazer a revisão. Além dos itens do manual, pedi que eles consertassem o outro defeito que me incomodava bastante, que eu já tinha reclamado na revisão de um ano do Astra, e que não foi arrumado porque o consultor disse que era “normal o barulho”: a trava elétrica do porta-malas. Ela parou de funcionar e fazia um ruído insuportável.

No final das contas, o preço da revisão ficou muito bom (depois de ganhar um desconto de “desculpas”) e todos os defeitos foram sanados. O melhor de tudo foi ter conhecido um excelente consultor técnico, Gildson, que, desde então, cuidou muito bem do meu carro. Eu levava o carro única e exclusivamente na concessionária, quando eu precisava, exatamente por confiar no trabalho do Gildson.

Banco traseiro tinha cinto de segurança de três pontos para todos, mas faltava apoio de cabeça central

Por que vender?

Por que então você resolveu vender o carro? Essa é uma pergunta que eu ainda me faço, mas que eu tenho duas respostas satisfatórias e verdadeiras. A primeira, e mais importante, é a segurança. Meu Astra não tinha ABS e o habitáculo era menos protegido por causa da concepção do projeto, de 1998. Já passei um aperto feio pela falta do ABS, quando um caminhão cegonha perdeu o controle na minha frente na estrada. Além disso, o passageiro central do banco traseiro não tinha encosto de cabeça.

A outra resposta é mercadológica. Se os rumores se confirmarem, 2011 é o último ano do Astra no mercado nacional. Quando ele sair de linha, todos os modelos devem sofrer uma desvalorização extra. Logo, para perder menos dinheiro, optei por vendê-lo.

Resumo da obra

O Chevrolet Astra Elegance é um carro que vou sentir muita falta. Seu espaço interno sempre me atendeu, assim como a capacidade do porta-malas. O conforto era bom e o acabamento honesto. Já o motor 2.0, mesmo com a idade avançada, casou muito bem com o carro, garantindo ultrapassagens seguras e média de consumo que posso considerar boa. Se a Chevrolet resolvesse parar com a bobagem de não oferecer ABS para o Astra, eu até cogitaria (muito) em comprar um novo Astra. Mas como a marca não fez isso, só daqui a alguns anos poderei ter outro Chevrolet (talvez um Cruze Sport6).

Fotos: Renato Parizzi e Fabrício Quintão/arquivo pessoal

Comentários (34)

  1. PARIZZI, UMA AMIGO MEU TINHA UM, VENDEU PORQUE FICOU MAIS RICO E COMPROU UM AZERA. ELE ADORAVA O CARRO E VENDEU COM POUQUÍSSIMO USO.

    AFINAL, QUAL É O SEU CARRO ATUAL????

    VAMOS TODOS PRESSIONAR O PARIZZI!!!!

  2. Parizzi, em 2008, quando decidi trocar de carro, quase peguei um astra 2003/2004, de um conhecido, que quase não o usava.
    Desisti, pq ele era duas portas, e meu filho já estava em planejamento para o mesmo ano, e por estar decidido a pegar um carro zero bala.
    Lastimo pela GM não ter dado mais importancia ao projeto, depois de 2003. Preferindo mata-lo aos poucos

  3. Vamos fazer listas de qual carro ele tem, igual na epoca do videochat?

    1. Hyundai i30
    2. Ford Focus
    3. Vectra GT
    4. Honda Civic
    5. Kia Cerato
    6. Fiat Bravo
    7. Punto

  4. Qual é Parizzi? Vai ficar nesse supense de “novela mexicana”??
    Acaba com as expeculações de certos “adivinhos” do blog e fala logo qual o carro que você pegou e acaba com esse mistério!!!

  5. Mistério resolvido, O renato Parizzi acaba de adquirir um Volvo C30 2011 vermelho, lembram que no salão de São Paulo ele ficou maravilhado com o brinquedo?.

  6. Realmente entre os GM ASTRA e CLASSIC que continuam em produção. É indiscutível a superioridade técnica do ASTRA. Quando ganhou o motor de 140cv ficou ainda mais interessante o seu argumento de venda, mas a GM que passa por uma reestruturação não pode parar no tempo.

    Seria ótimo se o VELHO ASTRA saísse de linha e desse lugar ao VECTRA HATCH(New ASTRA )por 42k ou ASTRA EUROPEU por R$ 50k.

    Quando ainda postava no Dzai – 0 a 100 imaginava que Parizzi tinha um VW GOL . Porém nunca imaginei que ele tivesse um GM ASTRA apesar de defendê-lo sempre. Essa é a prova da sua imparcialidade no blog (Ele diz o que tem de ser dito, doa a quem doer). Talvez ele só divulgue o seu novo carro quando for trocá-lo novamente. Pelo Leônidas ele teria um FIAT STILO ou BRAVO. E aqui quero dizer acho o STILO infinitamente mais bonito que esse tal BRAVO.

    Parizzi, desejo sucessocom o seu novo carro. Que você tenha somente boas impressões e curta ele. Pois essa sua idéia aqui de IMPRESSÕES é o modo pelo qual um apaixonado ou não pelo seu carro diz o que ele tem de bom e de ruim de um ponto de vista próprio como consumidor(o que ele esperava e o que foi oferecido – índice de satisfação). E o melhor cria uma “carroteca” a ser consultada por futuros compradores tirando dúvida e verificando se determinados detalhes foram corrigidos.

  7. Pois vocês já viram o abismo de tecnologia que existe entre a Indy e a F1. Nada contra a Honda, que já forneceu motores para grandes equipes, mas que, ao tentar ter uma equipe, foi digna de piada (exceto quando transformou-se na Brawn).

  8. Os motores que a Renault fornece para a fórmula 1 são montados na América do sul? na Romênia (via Dacia)?, toda a tecnologia destes motores e demais equipamentos são transferidos na sua totalidade para as carruagens da Renault montadas neste continente?, as outras francesas estão na formula 1ou em outra categoria qualquer?.
    Não importa o país que estejam montando os verdadeiros automóveis Honda ou Toyota, a inquestionável qualidade e durabilidade é a mesma.

  9. A Peugeot está disputando de igual pra igual o maior campeonato de durabilidade do mundo (24h de Le Mans). É a única que desbancou os alemães.

    E a Citroen reina no campeonato de rally de velocidade mais disputado do mundo, o WRC.

    Enfim, eu gosto da Honda, da Peugeot, menos um pouco da Toyota… não tenho esse fanatismo por uma marca

    Tem gente que chega ao ponto de achar um City melhor que um C4 ou 307 só por causa da montadora. Mas deixando o “H” de lado, você começa a reparar no motor forte, na suspensão firme, freios eficientes, eletrônica… não tem comparação técnica (somente nos preços). Assim como o Astra é um carro subestimado em alguns quesitos, certos franceses também o são.

    O padrão de qualidade da Honda também não é o mesmo no mundo todo. Basta ver que o City é vendido sem ABS aqui no Brasil e, salvo engano, ele é “completo” até mesmo no Chile. Esse carro vende por causa do “H” estampado na grande dianteira, diferentemente de um Corolla que venderia bem em outras marcas menos consagradas.

  10. Concordo com Pedro e Mariana (me intrometendo um pouco…): O City pode ser melhor opção para revender e só, pois o C4 é MUITO mais carro. Bom, nem daria para comparar, só no preço.

  11. Por preço é difícil comparar, mas é como o Parizzi diz: “Compre o carro que vai te fazer feliz”

    PONTO FINAL ESTÁ JUSTIFICADA A COMPRA SE VAI DESVALORIZAR, SE VAI DAR DEFEITO OU SE DEU COM OUTRAS PESSOAS PODE SER QUE CO VOCÊ NUNCA DÊ.

    CARRO É RACIONALIDADE – PAIXÃO – EMOÇÃO.

    RODO MUITO COM O CARRO E PARA MIM NÃO COMPENSA FICAR COM O CARRO MAIS DE 3 ANOS, POIS AS REVISÕES VÃO FICANDO MUITO CARAS. VENDI MEU GOL 2007 COM MAIS DE 96 MIL KM.

  12. Renato Dantas,
    existe diferença gritante entre os carros produzidos no Brasil e os produzidos na Europa. Acho uma sacanagem que as montadoras fazem com o brasileiro. Pagamos o triplo do preço e recebemos um carro muito pior. Vejam no link a diferença do corola nacional com o corola europeu.

    http://www.noticiasautomotivas.com.br/diferenca-no-crash-test-dos-carros-nacionais-e-europeus/

    É revoltante!!!!
    Toyota, você nao vai se manisfestar não??? Não vai dar uma satisfação para os milhares de consumidores que confiaram em vocês!!!!

  13. Olá Renato, sei que o post já é um pouco antigo, mas tenho um astra sedan que está com aquele barulho insuportável na trava elétrica do porta malas! O que você fez pra tirar o barulho?! Já não sei o que fazer!!!

    • Olá amigo, boa noite.
      Li sua postagem sobre você ter tido que trocar todo o sistema de trava elétrica do porta malas do seu carro. Gostaria de saber quais eram as características do problema, porque o meu Astra quando fica no sol aparece um ruído muito ruim na parte de trás do carro, já tentei e passei de tudo e mesmo assim não sai.
      Se você puder me ajudar eu agradeceria muito.

  14. Olá Cjkar.

    Eu levei o carro na concessionária e todo o sistema da trava do porta-malas precisou ser trocado.

    Na época, eles me disseram que não era possível repará-lo porque o sistema era selado. Mas talvez isso tenha mudado hoje.

    Um abraço!

    • Olá amigo, boa noite.
      Li sua postagem sobre você ter tido que trocar todo o sistema de trava elétrica do porta malas do seu carro. Gostaria de saber quais eram as características do problema, porque o meu Astra quando fica no sol aparece um ruído muito ruim na parte de trás do carro, já tentei e passei de tudo e mesmo assim não sai.
      Se você puder me ajudar eu agradeceria muito.

      • Gustavo, meu Astra fazia um barulho muito chato vindo da tampa do porta-malas. Parecia uma engrenagem agarrando. Não foi possível reparar o problema. A solução só veio com a troca da peça. Um abraço.

  15. Os antigos modelos de 127cv tinham uma característica excelente para o desempenho de um carro. Além do torque de 19,6@2500rpm, outra característica importante é a que, ao visualizar o gráfico de torque ele é QUASE PLANO! Isto é… o torque fica muito próximo dos 19,6Kgfm desde 2.500 rpm, até os 5 mil e poucos…
    Apesar da potência do novo Astra ter subido para 140cv e seu torque ter melhorado em 0,01… a sua curva de torque ficou mais irregular.. Porém, a vantagem do novo 140cv ficou mais evidente na estrada… E mesmo no 0-100 ele também melhorou. Já fiz 9,13 segundos com passageiro e tanque completo de ETANOL. E olha que eu sou piloto PESADO… 1,83m com 100Kg e o passageiro com 65Kg + o tanque cheio.. gerando um bom lastro.. imagina se o piloto fosse um magrelo de 60Kg com tanque quase vazio de etanol??? Acho que o GM chegaria na casa dos 8,8… 8,9 segundos de 0-100Km/h.

  16. Amigo boa noite.
    Eu tenho um Astra hatch 2010 e tenho o seguinte problema: Meu carro quando fica umas 2 horas no sol e depois eu ligo e começo a andar, ele começa fazer um ruído insuportável na parte traseira o carro … Eu acho que é no porta malas porém ninguém consegue descobrir … eu já lubrifiquei e realmente não para o barulho.
    Eu li sua matéria dizendo que você teve um problema parecido com o meu e você citou que seria problema na trava elétrica no porta malas. Gostaria que você falasse mais sobre o problema que você teve sobre o ruído pra ver se você consegue me ajudar.
    Não aguento mais esse barulho, eu chego a desanimar do carro.
    A hora que eu abro o porta malas ou sento no bancos traseiro, parece tudo normal sem nenhum defeito.
    Se puder me ajudar passando mais características desse problema eu iria te agradecer muito.

    Abraço !!

  17. tenho um astra 2006 elegançe,,,,,,,,completo cm opcionais menos abs,,,,,aonde eu vou com o carro tem alguem interessado em comprar,,,,infelismente a gm tirou ele de linha,,,,,,,,,,,,,porque e um carro q nao da mecanica,,,,,,,e hoje as empresa estao barateando e terceirizando as peças p durar menos e vender mais.e um carro q vai deixar saudade.

  18. Tenho um Astra Sedan Elegance 2005. Como a idade ja estava chegando, 160 mil rodados, pensei em trocar em 2013. Pois bem, estou eu aqui em 2016 sem conseguir achar um carro que se encaixe em um valor honesto com as mesmas características do Astra.

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