Chevrolet Agile morre em 2013? Mas antes teremos a versão automatizada Easytronic 1.4

Anunciado oficialmente em setembro de 2009, com lançamento acontecendo no mês seguinte, o Chevrolet Agile parece estar com os dias contados. Segundo a revista Quatro Rodas desse mês, o compacto saíra de linha em 2013, dando lugar ao Cobalt hatch. O compacto premium seria o penúltimo modelo da linha atual da General Motors a ser renovado no Brasil.

Se isso acontecer mesmo, o Agile terá o título de um dos carros mais curtos da história da GM no país, mesmo vendendo muito bem. É só comparar a sua vida com a do Astra (1998 a 2011), do Classic (1996 até 2015, segundo a QR) e da picape S10 (1995 até 2011, também de acordo com a QR).

Mas antes que isso aconteça, o Agile passará a ser equipado com o câmbio manual automatizado no início de 2012, conforme informou a publicação da Abril. Será a primeira vez que o motor 1.4 Econo.Flex trabalhará em conjunto a transmissão Easytronic. Vamos ver se a dupla vai dar certo.

Para encerrar, vale dizer que, se as previsões estiverem certas, o último modelo da Chevrolet a ser renovado por aqui será o incansável Classic, que em outros tempos foi o Corsa Sedan. Quem diria…

Comentários (16)

  1. Só lembrando que, salvo engano, a última linha da GM a sair de linha foi a do Kadett em 1998.
    Depois disso só novas versões, e atualizações de carros que continuam em linha até hoje.

    Engraçado que ao ler sobre a nova gama de carros da GM, em outra revista (acho que Auto Esporte) fiquei pensando que o Agile ficaria um pouco “deslocado” frente aos demais modelos.

    André Leite

  2. Mas mesmo ficando “deslocado” não creio que saíra de linha tão rápido.
    Havendo um face lift, deixando a frente mais harmoniosa, até que poderia ficar um carro mais bonito!

    André Leite

  3. O Agile vai tarde.

    E Dantas, adquirimos um senhor carro japonês aqui pra casa (inclusive made in japan), e fiquei muito satisfeito com o veículo. Mas estou procurando ainda o tal “verdadeiro automóvel”. Pra mim, o outro Peugeot que comprei também o é.

    O japonês é o Mitsubishi ASX com câmbio CVT (que simula 6 marchas) e borboletas no volante. O motor é o 2.0 16v, com duplo comando variável e 160cv. Pra completar o conjunto, instalamos a central multimídia com TV, GPS, Bluetooth e som com 8 falantes. E novo Peugeot é um 307 1.6.

    Em breve impressões dos dois carros.

  4. Parabéns Pedro Mariana, é um japa?, é confiável?, sim como também é um verdadeiro automóvel, a Mitsubishi não vende mais porque é raro uma propaganda e são carros grandes para a maioria dos brasileiros, falta no Brasil uma linha de sedãs e hatchs apesar de achá-lo feio o Lancer seria uma boa se houvesse um com preço dentro de nossa realidade.

  5. Pois é Dantas, compramos aqui em casa um japonês que é, digamos, “top de linha”. Um carro global, fabricado no japão, com motor, suspensão, câmbio e acabamento excelentes. Mas meu Peugeot não deve muito em comportamento, não. E em outros itens até se sobressai a um carro que custou 2x mais que ele.

    Meu Pug veio com menos grilos internos e com tudo funcionando, ao contrário do ASX que já teve 2 probleminhas (fáceis de resolver).

    Essa história de “verdadeiro automóvel” pra mim não cola. Se fosse uma BMW ou Mercedes de R$300 mil, aí sim.

    Por falar nisso, no mercado em que as japonesas se sobressaem, Fluence é melhor que Civic e Corolla e o 3008 tem vantagem em alguns aspectos quando comparado ao ASX e CRV (o Honda perde em quase tudo para os 2). Digo isso porque andei nos carros.

  6. Pedro Mariana, Mercedes e BMW são são verdadeiros automóveis e sim, obra de arte sobre rodas são os melhores do mundo.
    Anônimo, eu não sou novela para você me acompanhar, larga do meu pé xulé.

  7. Isso que é falta de assunto, e um monte de babaca pra acreditar. Quando é que o carro considerado a melhor compra em sua categoria, e que vende mais do que pão quente irá sair de linha assim de inopino? Acordem, múmias!!!

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