A semana de um piloto de Fórmula 1

Você deve imaginar que a vida de um piloto de Fórmula 1 é fácil. Simploreamente, o ele apenas guia o bólido nos treinos e nas corridas, se preocupando apenas com os adversários, com a pista, com a abertura da asa móvel e com o uso do KERS. Isso tudo faz parte, mas  vai muito mais além. A vida de piloto de F1 exige dedicação e muita preparação para a corrida. Ele precisa trabalhar duríssimo, principalmente na semana que antecede da prova. Quer ver?

Reprodução do Ferrari.com

Quinta-feira: O piloto passa um tempo com a equipe, vendo se está tudo certo com o carro e pensando na estratégia para o fim de semana. Vai a, no mínimo, uma conferência com a imprensa e distribui autógrafos. Quando a noite chega, vai prestigiar algum evento do patrocinador e tenta ir para a cama antes das dez.

Sexta-feira: O piloto acorda muito cedo, passa oito horas na pista (depois de já ter malhado por no mínimo uma hora) e se reúne com a equipe para avaliar o desempenho, tanto do carro quanto o próprio. Mais tarde, participa de mais entrevistas com a imprensa. De noite, vai a outro evento do patrocinador, que normalmente é bem tarde.


Sábado: É um dia importantíssimo, quando o grid de largada para a corrida de domingo é decido. O piloto faz duas sessões de treinos pela manhã e participa da qualificação para o grid em seguida. Tudo precisa sair perfeito porque ele precisará de, pelo menos, três voltas rápidas para obter o seu melhor tempo. Se o piloto estiver entre os três primeiros colocados, ele precisa comparecer a uma entrevista coletiva que é transmitida para o mundo todo. Depois, ele comparece a mais debriefs com a equipe, mais entrevistas, mais eventos do patrocinador – e tenta arrumar uma boa desculpa para sair e deitar no seu colchão antes da meia-noite para ver se consegue uma boa noite de sono antes da corrida.

Domingo: É o dia mais movimentado da semana, claro: tensão, entrevistas, autógrafos, entrevistas, reunião com patrocinadores, entrevistas, duas horas de corrida e mais entrevistas. Isso se não vencer. Porque se chegar em primeiro, vai ter trabalho dobrado.

Reprodução da internet: autocarinterior.com

Segunda-feira: Se tiver sorte, o piloto vai acordar em sua própria cama. Ele vai estar cansado, talvez um pouco dolorido da corrida, mas precisa levantar e ir para a academia. Como no futebol, faz um trabalho de recuperação e manutenção. Durante a tarde, caso não seja convocado para uma reunião com o patrocinador, vai voar para algum outro país e se preparar para a programação da semana.



Terça-feira: Menos de 48 horas após a corrida, o piloto está de volta ao cockpit, pensando nas melhorias para a próxima etapa. Experimentará peças novas ou novos set-ups para tentar tornar o carro mais rápido e equilibrado para o circuito seguinte. Corre o dia todo e depois ainda gasta algumas horas com a equipe, trabalhando num debrief.

Quarta-feira: Voa de volta para casa e se prepara para a semana seguinte do Grand Prix. Se for de uma equipe grande, tem um ou dois pilotos de testes para “aquecer” o seu trabalho. Caso não seja, nem voa para casa: volta para a pista. Está provavelmente morto. Exaurido. Acabado. Mas certamente feliz, por saber que está trabalhando naquilo que sonhou a vida inteira.

Fonte: Colchões Juliano 
Texto desenvolvido por: MOBster – Marketing de Busca

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