Com conteúdo até legal, Chevrolet lança o Cobalt Graphite por R$ 61.150. Preços desanimam

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Precisando muito da sua primeira reestilização, uma vez que suas linhas, que já nasceram cansadas, estão bem envelhecidas, a Chevrolet lança o Cobalt Graphite, uma série especial limitada a 3.000 unidades. A intenção da marca é tentar destacar, de alguma forma, o seu sedã, que tem até um conteúdo legal. Mas os preços, que variam entre R$ 61.150 e R$ 64.690, desanimam.

O Chevrolet Cobalt Graphite nada mais é do que a versão topo de linha, LTZ, com alguns detalhes que diferenciam a série especial, como bancos e volante revestidos em material especial (com costura pespontada), sistema multimídia MyLink com moldura em preto brilhante, tapetes de carpete e soleira de alumínio e acabamento monocromático do painel central e das portas em preto (nas demais versões ele é cinza).

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Roda de 15″ é até bonita

Por fora, a grade traz pintura em preto brilhante, os faróis são do tipo cromo escurecidos, com lâmpadas Blue Vision, há frisos de proteção das portas pintados na cor da carroceria e as bonitas rodas tem aro 15″ com superfície usinada. A assinatura da série especial aparece na tampa traseira, no adesivo de coluna central, na soleira interna da porta e bordada nos bancos dianteiros. É um conteúdo até legal, mas não vale o que custa.

Entre os equipamentos de série, destaque para sensor de estacionamento, volante multifuncional com ajuste de altura, ar-condicionado, velocímetro digital, retrovisores externos elétricos, chave tipo canivete com comando para abertura e fechamento dos vidros elétricos à distância, airbag duplo, ABS, faróis de neblina e computador de bordo. Entre os opcionais, o modelo oferece  câmera de ré e módulo de TV para o sistema MyLink.

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Câmbio pode ser manual de cinco marchas ou automático de seis velocidades (foto)

O motor escolhido para a “novidade” é o velho conhecido 1.8 8V flex, de quatro cilindros, que desenvolve 106 cv de potência e 16,4 kgfm de torque com gasolina e 108 cv e 17,1 kgfm com etanol. A diferença de preços que citei no início do post se deve à escolha do câmbio: manual de cinco velocidades (R$ 61.150) e automático de seis marchas (R$ 64.690). Valores que desanimam…

Se você estiver pensando num Cobalt, melhor optar pela versão LTZ 1.8, que custa R$ 58.850 manual e R$ 62.390 automática. Embora também seja bem cara, com a diferença entre a série especial Graphite e a LTZ, você paga o IPVA, emplacamento e taxas.

Comentários (7)

  1. Sera que ainda existe quem paga este absurdo por esta geringonça?Então,vamos fazer as conta direitinho e com um pouquinho mais eu posso levar um HR-V, RENEGADE, ou até mesmo um COROLLA e outros. Sem falar que este carro é muito feio.

    • eu nao acho o cobalt feio, so o farol q e grande e exagerado, de resto e um carro equilibrado nas suas linhas. isso e facil de se resolver com uma reestilizacao q esta muito perto ja de acontecer “em no maximo 3 meses”

  2. É um bom carro para quem precisa de espaço e porta malas. Neste aspecto é muito melhor do que o tal Renegade que quando passa a ter um motor decente custa quase o dobro. O motor 1.8 da FIAT neste carro pesadão é uma grande porcaria. Sou mais o LTZ do que esta versão.

  3. Prezado Renato Parizzi, qual seriam os carros que, na sua opinião, teriam os preços mais justos do mercado? Tenho notado que quase sempre o Sr diz que os carros estão caros.

    • Excelente pergunta, Leônidas! Carros no Brasil, de maneira geral, estão (e são) muito caros. Mas, por mais que eu diga que todos estejam caros, alguns modelos da Renault e da Nissan, por exemplo, são mais competitivos.

      Eu não me conformo, por exemplo, o 208 2016 ter ficado mais completo mas, na sua versão 1.5 mais refinada, beirar R$ 50.000. Não me conforto com o preço do Corolla Altis, com os valores pedidos pela Chevrolet para o Onix, Prisma e para a linha Cruze, por exemplo.

      As marcas não estão erradas em pedir alto pelos seus carros – é uma estratégia de mercado. Mas, as vezes, acho que falta bom senso geral entre os fabricantes para termos veículos mais baratos. E, claro, falta, para ontem, uma revisão dos impostos federais e, também, estaduais.

      Um abraço!

  4. essa e a ultima “novidade” pro cobalt antes da reestilizacao q ancontecera entre agosto e outubro, ate agora ninguem sabe de fato como ele ficara mas dizem q a traseira vai ficar parecida com a do voyage e a dianteira parecida com o novo malibu americano

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