Fernando Calmon – Salão do Automóvel de Xangai na corrida tecnológica

Chery Tiggo 8

Chery Tiggo 8

A grandiosidade característica do país com maior número de habitantes – 1,3 bilhão, alguns estimam até 1,4 bi, pois nem o governo chinês sabe com certeza – se reflete com clareza no Salão do Automóvel de Xangai. Alguns levantamentos, como do site inglês just-auto, contabilizam mais de 100 lançamentos, a grande maioria focada no mercado interno, além de 136 apresentações à imprensa. Os organizadores informam 360.000 m² de área de exposição, mais que o triplo da São Paulo Expo, mas o público só tem acesso por oito dias (18 a 25 de abril).

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Fernando Calmon – Volkswagen T-Cross acirra os ânimos

Volkswagen T-Cross Comfortline

Depois de um lançamento por etapas, iniciado pela versão de topo Highline (motor turbo de 1.4/150 cv com etanol), o Volkswagen T-Cross começa a chegar às concessionárias com motor turbo, de 1.0/128 cv (etanol). Primeiro SUV produzido no Brasil pela VW, 16 anos depois do pioneiro Ford EcoSport, é também o primeiro produto das grandes fabricantes a estrear exclusivamente com propulsores turbocomprimidos, como já acontece na Europa. O Golf, ao ser nacionalizado, chegou a oferecer motor 1.6 aspirado.

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Fernando Calmon – Falta de sensatez na temporada de previsões automotivas para 2019

Começou a temporada de previsões automotivas para o próximo ano. As apostas dos principais executivos da indústria automobilística são de um ano de 2019 melhor que o de 2018. Mas, pelo demonstrado em um seminário semana passada em São Paulo, há certa dispersão sobre os percentuais de crescimento.

Todos os executivos do setor estão otimistas, alguns mais, outros menos. Não se percebeu nenhuma grande preocupação sobre os resultados das eleições e os reflexos sobre a economia brasileira. Em 2019, o PIB do País deve crescer 2,5%, embora algumas consultorias apostem em até 3%.

Chassi de um carro numa fábrica no Brasil

Foto enviada por Fernando Calmon. Crédito: Wallace Feitosa

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Fernando Calmon – Da teoria à prática no mercado brasileiro de veículos

Agosto não costuma ser mês de desgosto em termos de vendas de veículos, entre outras razões por ter maior número de dias úteis. Julho e dezembro são os outros historicamente bons. Mas o comportamento do mercado brasileiro de veículos superou o esperado. No acumulado dos oito primeiros meses, em relação ao mesmo período de 2017, o crescimento chegou a quase 15%. Especificamente no segmento de automóveis e comerciais leves, que representam 94% do total, o salto foi de 14,1%. O resultado geral, incluídos caminhões e ônibus, foi o melhor desde janeiro de 2015.

Mercado de venda de carros

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Alta Roda – Superlativos chineses, o maior mercado mundial de veículos

Salão do Automóvel de Pequim, na China

Salão do Automóvel de Pequim, na China

Maior mercado mundial de veículos está na China. Aproxima-se neste ano das 30 milhões de unidades vendidas – volume cerca de dois terços maior que o segundo colocado, os EUA – e continua apostando em crescimento nos próximos anos, mas a um ritmo menor. A frota circulante passou dos 200 milhões de veículos leves e pesados e só perde (por enquanto) para os EUA que se aproximou de 280 milhões no ano passado.

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Alta Roda – Caoa poderá ser marca única de automóveis no Brasil

Chery Tiggo 2 2018

Chery Tiggo 2 2018

Lançamento do Tiggo 2, semana passada em Itupeva (SP), trouxe uma pequena surpresa. No palco, durante a apresentação à imprensa, havia uma unidade azul com uma singela folha de papel branco encobrindo pequena área do lado direito da traseira do crossover/SUV sino-brasileiro. Ao se retirar a folha, apareceu um novo logotipo, Caoa Chery (mesma tipologia), que não estava em nenhum dos carros disponibilizados para avaliação aos jornalistas.

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Alta Roda – Futuro da condução autônoma

O avanço da direção semiautônoma e, em futuro não distante, da condução autônoma completamente conectada a outros veículos e à infraestrutura parece mesmo irreversível. Isso a despeito de incidentes graves de percurso, ambos nos Estados Unidos, um fatal ocorrido com um Tesla; outro, mais recente, envolvendo um Volvo XC90 do Uber ao varar um semáforo vermelho (um pedestre aguardava na faixa, sem chegar a atravessar). Em ambos os casos, os motoristas poderiam ter intervindo, mas não o fizeram.

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