Alta Roda – Indústria automobilística: Mudar ou desaparecer

Que a indústria automobilística mundial terá de se reinventar nas próximas duas décadas ninguém mais duvida. Alguns especialistas acreditam em prazo ainda mais curto – talvez 10 anos – para mudanças profundas em direção à mobilidade diversificada e onipresente. A consolidação, porém, seria gradual e irreversível porque certamente a produção tende a se acomodar não muito acima de 120 milhões de veículos/ano (hoje em torno de 85 milhões).

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Alta Roda – Jogo está dado no mercado de carros do Brasil

Espera foi bem longa – nada menos de 26 meses ininterruptos – para finalmente o mercado de carros do Brasil alcançar um número positivo na comparação mensal com o mesmo mês do ano anterior. Isso aconteceu agora em março. As 183.850 unidades de automóveis e comerciais leves em 2017, que representam 95% das vendas totais de veículos, subiram 6,1% em relação a março de 2016. No primeiro trimestre, entretanto, o acumulado este ano ainda é 1,1% inferior ao ano passado.

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Alta Roda – Sinal de mudanças

Será que os Jogos Olímpicos recém-encerrados se tornarão o fato que começaria a consolidar a virada no pensamento dos consumidores? Afinal, a organização teve falhas, mas o balanço final foi positivo, à exceção do número baixo de medalhas para os atletas brasileiros. Isso apesar do incentivo da torcida e de competir em casa.

Na verdadeira corrida de obstáculos em que se transformou a recuperação de confiança, um dos últimos envolve o fim do processo de impedimento da presidente da República com o desfecho esperado. Mas há quem afirme que entre o comprador se sentir mais seguro para gastar e efetivamente entrar numa loja para comprar um carro novo, ainda vai uma boa distância.

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Alta Roda – Desgaste desnecessário, ABS e airbags

A extensa lista de modelos que sairão de linha em 2013 demonstra que alguns fabricantes, finalmente, se convenceram de não valer a pena passar por tantos desgastes. E a senha para esse fim foi justamente a lei que estabeleceu freios ABS e airbags (bolsas infláveis), embora razões de mercado também tenham prevalecido.

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