Veja qual dos 25 SUVs tem o maior porta-malas do Brasil e a curiosa história do porta-malas do Jeep Renegade

Novo Chevrolet Tracker Premier 2021

Novo Chevrolet Tracker 2021 já está na lista abaixo, que compara os porta-malas dos SUVs no Brasil

Para quem ainda não reparou, os SUVs lembram muito as peruas, só que mais altos e com, pelo menos, alguma capacidade off-road. E, seguindo duas das principais características que toda station wagon deveria ter, os SUVs tentam se destacar no coração do consumidor com bom espaço interno e para bagagem – foco aqui do post. A partir disso, pesquisei 33 modelos da categoria e 25 foram selecionados, de 16 marcas diferentes. Veja qual SUV tem o maior porta-malas do Brasil!

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Fernando Calmon – Vencedores e vencidos nas vendas de veículos no Brasil em 2019

No ano passado as vendas de veículos (automóveis e comerciais) leves cresceram 7,7% sobre 2018, um pouco abaixo das expectativas. O segmento de maior expansão (27%) foi o de SUVs compactos, porém os hatches subcompactos e compactos (incluídas versões “aventureiras”) continuam de longe o mais importante. Em números absolutos, somaram 1,027 milhão contra 421.000 unidades. Somados, todos os SUVs venderam 577.000 unidades.

Feirão de carros no Brasil

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Com vendas abaixo do esperado, Volkswagen T-Cross recebe alterações na linha e descontos nas concessionárias

Volkswagen T-Cross Comfortline 2020

Volkswagen T-Cross Comfortline 2020

O Volkswagen T-Cross é um dos SUVs mais legais que dirigi nos últimos tempos. Rodei, no mesmo dia, nas versões com motores 1.0 TSI e 1.4 TSI. Embora seu interior decepcione em relação à concorrência, seu conjunto mecânico deveria fazer toda a diferença na “hora H” da escolha do interessado. Mas não é isso que está acontecendo. Por isso, suas vendas estão abaixo do esperado e a Volks já se movimenta para elevá-las.

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Fernando Calmon – Os vencedores e vencidos do mercado brasileiro de veículos no 1º semestre de 2019

Jeep Renegade Limited 1.8 flex 2019O mercado brasileiro de veículos cresceu 12% neste primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2018. No entanto, a categoria de SUVs e assemelhados continua a aumentar sua participação nas vendas, atingindo o recorde de 21% com tendência a aumentar. Esse é um fenômeno mundial que começou nos EUA (lá representam quase 55% do total de veículos) e se espalhou para a Europa com cerca de 30% de tudo que lá se comercializa.

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Fernando Calmon – Eletrificação automotiva com os pés no chão

Next Gen: BMW moto and car eletric - próxima geração dos BMW moto e carro

BMW Next Gen

A eletrificação automotiva veio para ficar, mas se trata de um equívoco pensar que os problemas estão solucionados ou já é possível marcar uma data para este tipo de propulsão aposentar totalmente os motores a combustão. Como as vendas atuais são muito baixas (à exceção da China), é fácil de crescer com percentuais elevados. Em termos absolutos, porém, vão acrescentar muito pouco em termos de participação na comercialização de veículos novos. E o reflexo na frota total rodante no mundo será limitado nas próximas duas décadas.

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Fernando Calmon – Torcer para o setor automobilístico dar certo

Fábrica da Ford na Bahia

Fábrica da Ford na Bahia poderia ter sido no Rio Grande do Sul

Na primeira quarta-feira de maio de 1999, esta coluna estreou em 12 jornais brasileiros. Agora, duas décadas depois, mais de 80 jornais, revistas, portais, sites e blogs espalhados pelo País a reproduzem.

Entre os assuntos daquele primeiro artigo estava a guerra fiscal. O estado do Rio Grande do Sul tinha resolvido romper unilateralmente o contrato para construção, com incentivos, de uma nova fábrica de automóveis da Ford em Guaíba. A Bahia, no entanto, aceitou as condições e a empresa se instalou em Camaçari. Vinte anos se passaram e é fácil concluir quem saiu ganhando nessa história do setor automobilístico, inclusive nas contas públicas e no nível de emprego industrial.

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Fernando Calmon – Volkswagen T-Cross acirra os ânimos

Volkswagen T-Cross Comfortline

Depois de um lançamento por etapas, iniciado pela versão de topo Highline (motor turbo de 1.4/150 cv com etanol), o Volkswagen T-Cross começa a chegar às concessionárias com motor turbo, de 1.0/128 cv (etanol). Primeiro SUV produzido no Brasil pela VW, 16 anos depois do pioneiro Ford EcoSport, é também o primeiro produto das grandes fabricantes a estrear exclusivamente com propulsores turbocomprimidos, como já acontece na Europa. O Golf, ao ser nacionalizado, chegou a oferecer motor 1.6 aspirado.

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Fernando Calmon – Vencedores e vencidos nas vendas de automóveis em 2018 no Brasil

Chevrolet Onix LT 2019

Chevrolet Onix LT 1.0

O ano de 2018 foi melhor que o esperado em termos de vendas de automóveis, SUVs, monovolumes e picapes. Mas mostrou poucas surpresas dentro da classificação organizada pela coluna e distribuída por 16 segmentos. As stations ficaram de fora por sua baixa representatividade no mercado, confirmada pelo fim de produção da SpaceFox, na Argentina, no final do ano passado. Mesmo caso dos hatches médios: Cruze, Focus e Golf, entre outros, deixaram de atrair consumidores suficientes para formar estatística relevante.

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Alta Roda – Vencedores e vencidos no mercado de automóveis do Brasil

carros estacionados na rua no BrasilEm meio à recuperação do combalido mercado de automóveis do Brasil, que cresceu pouco mais de 9% em 2017, nosso ranking tradicional dos modelos mais vendidos sofreu alterações técnicas. Com pesar, caiu o segmento de peruas em razão de pouca oferta e vendas baixíssimas. O avanço dos SUVs levou ao quase desaparecimento dessa opção familiar em todos os grandes mercados mundiais (à exceção da Alemanha). De roldão, monovolumes e hatches médios também foram atingidos, porém ainda resistem. Crossovers verdadeiros serão as próximas vítimas.

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Alta Roda – Pesadelo acabou para o mercado automotivo brasileiro

A recuperação do mercado automotivo brasileiro chegou e se consolidará em 2018. Essa foi a tônica da maioria dos palestrantes no Congresso Autodata Perspectivas 2018, realizado no começo da semana em São Paulo. As razões derivam da mudança de humor e de confiança – para melhor – tanto por parte dos consumidores como dos empresários.

E é respaldada pelo aumento do volume de crédito, queda dos juros (ainda lenta no caso do financiamento de automóveis), diminuição da inadimplência (no caso há apenas uma tendência ainda não muito firme, segundo as projeções da Ford) e recuperação paulatina do nível de emprego (ver abaixo em Roda Viva).

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