Alta Roda – Pesadelo acabou para o mercado automotivo brasileiro

A recuperação do mercado automotivo brasileiro chegou e se consolidará em 2018. Essa foi a tônica da maioria dos palestrantes no Congresso Autodata Perspectivas 2018, realizado no começo da semana em São Paulo. As razões derivam da mudança de humor e de confiança – para melhor – tanto por parte dos consumidores como dos empresários.

E é respaldada pelo aumento do volume de crédito, queda dos juros (ainda lenta no caso do financiamento de automóveis), diminuição da inadimplência (no caso há apenas uma tendência ainda não muito firme, segundo as projeções da Ford) e recuperação paulatina do nível de emprego (ver abaixo em Roda Viva).

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Alta Roda – Guerra dos aditivos

Política de combustíveis no Brasil continua errática e com alto grau de improvisação. Exemplo mais recente é a lei já aprovada que autoriza o aumento do teor de etanol anidro de 25% para 27,5%, desde que testes comprovem viabilidade técnica. Uma lei condicional! Não seria mais lógico primeiro fazer todas as avaliações e, se aprovada a nova mistura, então encaminhar projeto de lei ao Congresso Nacional? Na realidade, apenas jogada eleitoreira.

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Petrobras lança a Grid, sua nova gasolina aditivada, que entra no lugar da Supra

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A Petrobras Distribuidora acaba de lançar a Grid, a sua nova gasolina aditivada, que entra no lugar da Supra. Esse é o mais importante lançamento da empresa no ano, fruto de investimentos de R$ 85 milhões, incluindo 1.200 horas de testes no Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES), no Rio de Janeiro (RJ).

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Alta Roda – Combustível mais limpo

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Ofuscada pela celeuma irresponsável sobre a (quase) continuidade por mais dois anos de produção de modelos sem airbags e ABS de série, uma ótima notícia passou praticamente despercebida. Desde 1º de janeiro último toda a gasolina comercializada no Brasil terá teor de enxofre de apenas 50 ppm (partes por milhão) ou S-50.

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Alta Roda – Reversão do quadro

Cenário cada vez mais desafiador está previsto no mercado interno de veículos para 2014 e os próximos anos. Desafiador costuma ser o sofisma usado no mundo dos negócios, quando se quer dizer que a situação pode piorar muito. Especificamente, o risco de uma guerra de preços ou, no mínimo, forte contração das margens de comercialização. Como alguns acreditavam – e até continuam a acreditar – que essas margens explicavam os preços altos praticados internamente, talvez revejam esses conceitos.

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Alta Roda – Ranços políticos atrapalham

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Parece que o Brasil nada apreendeu com os erros do passado. Quem dita quanto o consumidor vai pagar pela gasolina é o ministro da Fazenda para “combater” a inflação. Pouco importa se o País desequilibra sua matriz energética ou se perde dinheiro ao vender derivados de petróleo nos postos. O Brasil não é autossuficiente em combustíveis e sim em petróleo, o que faz diferença.

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O velho problema de quase todos os carros: consumo

Na semana passada troquei alguns e-mails que me fizeram pensar muito sobre o assunto. O internauta Ricardo Marques comentou comigo as suas experiências recentes com automóveis e como ele estava frustrado em relação a média de consumo dos carros que ele tinha e tem atualmente. Reproduzo abaixo parte do que ele disse (juntei o conteúdo num único texto e dei uma resumida para ficar mais direto, com prévia autorização do Ricardo):

Volkswagen/Divulgação

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O combustível brasileiro presta mesmo?

A Petrobras adora dizer na TV que “todo carro sonha em ser abastecido com o combustível Petrobras” – no postos BR, é claro! Mas será que o combustível brasileiro presta mesmo? Por quê a gigante estatal não comenta nos comerciais e propagandas que sua gasolina, comum ou aditivada (Supra), produz 1.000 partículas por milhão (ppm) de enxofre?

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