Alta Roda – De olho no consumo de combustível nos automóveis modernos

Desenho de bombas de combustível: etanol e gasolina

A utilização de recursos eletrônicos nos automóveis modernos levou à crescente disponibilidade de medidores de consumo de combustível. No começo a precisão não era grande, mas agora os resultados permitem ao motorista avaliar consumo médio e instantâneo em várias condições de utilização. Tornou-se dispositivo relativamente barato, presente em computadores de bordo até de modelos compactos.

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Alta Roda – Pesadelo acabou para o mercado automotivo brasileiro

A recuperação do mercado automotivo brasileiro chegou e se consolidará em 2018. Essa foi a tônica da maioria dos palestrantes no Congresso Autodata Perspectivas 2018, realizado no começo da semana em São Paulo. As razões derivam da mudança de humor e de confiança – para melhor – tanto por parte dos consumidores como dos empresários.

E é respaldada pelo aumento do volume de crédito, queda dos juros (ainda lenta no caso do financiamento de automóveis), diminuição da inadimplência (no caso há apenas uma tendência ainda não muito firme, segundo as projeções da Ford) e recuperação paulatina do nível de emprego (ver abaixo em Roda Viva).

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Alta Roda – Convergência necessária para automóveis e comerciais leves

Nissan Kicks na fábrica do Rio de Janeiro

Se alguém ainda duvidava, os resultados da indústria nos três principais indicadores – vendas internas, produção e exportação – ao final de agosto apontaram recuperação sem qualquer viés de baixa ou reversão das expectativas. Em comparação aos sete primeiros meses do ano passado, os percentuais são positivos: 5,3%, 25,5% e 56,1%, respectivamente. Os números se referem a automóveis e comerciais leves e pesados.

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Alta Roda – Em busca de rumos corretos com o programa Rota 2030

O Brasil parece estar deixando de pensar só no curto prazo e planeja estratégias de crescimento e inserção mundial mais em longo prazo. Embora a instabilidade política atrapalhe, até novembro se esperam as diretrizes governamentais que orientarão para onde e em que ritmo a indústria automobilística instalada no País deve chegar. O programa Rota 2030 estabelece, pela primeira vez, um prazo de 13 anos, incluído o ano de 2018, para que metas de eficiência energética, segurança veicular e novas tecnologias agreguem valor ao veículo brasileiro. Isso sem escalada descontrolada de aumento de custos, que poderia elevar demais o preço final ao consumidor.

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Alta Roda – Ênfase em eficiência energética pós Inovar-Auto

O encerramento do Inovar-Auto, no final deste ano, abre oportunidades de debates sobre a sua evolução. O programa causou polêmicas por envolver medidas consideradas protecionistas pela União Europeia e Japão. Projetado para um período de cinco anos (2012-2017), incluiu muitas exigências burocráticas e teve saldo final discutível. Tudo agravado pela severa recessão econômica que atingiu indústria automobilística e fornecedores.

Imagem que ilustra o programa Rota 2030 com consumo de combustível emissão de poluição e carro híbrido

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