Alta Roda – Chineses no ataque

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Desde a chegada do primeiro automóvel importado chinês, em 2008, o Changhe M100 (rebatizado de Effa M100 pelo importador), o mercado brasileiro foi razoavelmente receptivo, mas as coisas mudaram com o tempo. A falta de tradição se compensava com preços bastante competitivos e modelos sempre completos, com todos os equipamentos mais desejados pelo consumidor. Como os carros são importados do outro lado do mundo, fica difícil mesmo montar uma oferta diversificada de versões.

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Alta Roda – Líderes do semestre

Em cenário de comercialização em recuo, marcado pelo fim de produção de modelos como Gol G4 e Uno Mille e chegada do up! e do novo March, os tradicionais dominadores de vendas sofreram abalos. Hatches e sedãs são somados na segmentação da coluna, mas é interessante ver mudanças em curso, quando se analisam os números apenas dos hatches, que são a maioria nas vendas entre os compactos, principal produto do mercado brasileiro.

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Alta Roda – Vencedores e vencidos 2013

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Depois de um primeiro semestre forte, 2013 terminou com números de venda acumulados inferiores a 2012 entre automóveis e veículos comerciais leves. Nos 17 segmentos em que a coluna divide o mercado interno, a liderança só mudou em dois: monovolumes pequenos e médios com ascensão de Spin e C4 Picasso, respectivamente.

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Mesmo com o aumento do IPI, Kia mantêm estável o preço de seus carros no Brasil – pelo menos por enquanto

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Para se manter competitiva no mercado brasileiro, já que a maioria de seus carros são caros por aqui, a Kia decidiu manter os preços que eram praticados em dezembro do ano passado em seus veículos, mesmo com o aumento do IPI que aconteceu no dia 1º de janeiro de 2014. Pelo menos por enquanto, os modelos da marca coreana ficaram um pouco mais atrativos para o consumidor no quesito “valor”.

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De Volkswagen Gol G4 a Land Rover Evoque: conheça os “presentes” de natal de shoppings de todo o Brasil

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Land Rover Evoque

Todo ano é a mesma coisa: shoppings do Brasil inteiro investem em promoções de Natal que, entre cestas de produtos, tablets, smartphones, panetones, vale-compras, imóveis e viagens, dão carros de “presente” aos consumidores! Com isso na cabeça, pesquisei 100 shoppings nos quatro cantos do país para saber quais veículos eles vão “dar” para os seus clientes! A lista é bem variada! Confira!

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Conheça os 50 carros mais econômicos do Brasil na cidade segundo o Inmetro

Volkswagen-Gol-Total-flex-etanol-gasolina-Brasil-bicombustivelO Inmetro atualizou, no último dia 5, a lista do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, que mostra  avaliações de consumo que simulam a vida real de dezenas de carros no País, com gasolina e etanol – como se fosse o Consumo Real do De 0 a 100, só que oficial. Confira abaixo a lista dos 50 carros mais econômicos do Brasil, na cidade.

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Alta Roda – Líderes do semestre

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Ao término do melhor primeiro semestre em vendas da história, houve mudanças significativas em alguns dos 16 segmentos em que esta coluna Alta Roda divide o mercado. Com a dinâmica de lançamentos e o redirecionamento das preferências dos compradores, stations pequenas saíram da classificação porque apenas dois modelos estão disponíveis: Palio Weekend e SpaceFox. Três opções é o mínimo necessário. Peruas médias e grandes, embora vendam menos que as compactas, ainda têm oferta de oito modelos.

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Esqueça 2011: Chevrolet Captiva 2012 está mais equipado e barato

Chevrolet Captiva Ecotec 2012

Nos meus últimos posts sobre a Chevrolet, tenho reclamado bastante de algumas coisas, especialmente do absurdo preço cobrado pelo Cruze Sport6. Mas, não posso deixar de valorizar o que a marca fez com um de seus modelos disponíveis no Brasil, o Captiva.

No ano passado, a marca melhorou o seu SUV, o deixando mais equipado, com melhor desempenho, melhor consumo, menos poluente e mais seguro.

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Alta Roda – Fortes emoções

Reprodução Consulado Social

Mais coisas vão mudar nos próximos meses em termos de importação e de produção interna. Apesar do intervencionismo meio atabalhoado do governo federal, um caminho parece aberto para incentivar mais fabricantes no Brasil. A renegociação do acordo automobilístico com o México aponta nessa direção. Aliás, este possui cláusula de saída de qualquer das partes: se decidido, haveria um período de 14 meses durante o qual tudo permaneceria como antes.

O Brasil exportou, de 2000 a 2011, ao mercado mexicano cerca de 1,5 milhão de veículos e importou 500.000. O balanço nos é favorável em US$ 13 bilhões. No entanto, ocorreram mudanças importantes no período. O México possuía uma moeda forte e a nossa havia passado por desvalorização severa. Hoje, o real está valorizado e o peso, enfraquecido.

O fator cambial fica esquecido muitas vezes. Para efeito prático, o imposto de importação, para quem paga, de 35% foi zerado (em termos reais) há muito tempo e se pode considerá-lo até um imposto negativo. Mas, as tolices continuam sendo repetidas, quando se comparam preços.

Na realidade, o Brasil deseja equilibrar o comércio com o México. O intercâmbio livre atual só inclui automóveis e comerciais leves e com dólar a R$ 1,70 as exportações só não pararam porque ficaria muito caro voltar depois. Caminhões e ônibus brasileiros têm que pagar imposto de importação lá e como seu preço é 10 vezes superior a um automóvel pequeno, uma alíquota zerada melhoraria a relação de troca.

Outro equívoco é comparar o índice mínimo de nacionalização de 30%, no México e 65%, no Brasil. As fórmulas de cálculo diferem, porém, ao final se equivalem. Ocorre que o conteúdo local das marcas há mais tempo produzindo aqui supera os 85% e, novamente, o fator cambial distorce comparações. Carro argentino, por exemplo, importado para o Brasil tem, em média, maior conteúdo de peças brasileiras do que a montagem do Hyundai Tucson, em Anápolis (GO). Tudo dentro da lei, porém os custos de produção são bem diferentes e, por consequência, as condições de venda, incluindo aí investimentos em marketing.

A negociação Brasil-México valerá também para o Mercosul e pode se arrastar por semanas. Acordo deve sair, nem que se retorne ao regime de cotas, válido entre 2000 e 2006. Inequivocamente, fabricantes como Mazda e Mercedes-Benz querem se instalar no México, com sua moeda enfraquecida, para exportar ao Brasil. Nissan fará investimento pesado lá, mas preferiu não arriscar e também terá fábrica aqui, em Resende (RJ).

Para o consumidor interessa mais automóveis produzidos no País e que a concorrência abaixe os preços. Ninguém vai se instalar para fabricar velharias. Com a decisão da BMW (ainda não pormenorizada) da fábrica brasileira, a Mercedes-Benz já acenou, à luz da discussão do acordo, voltar a produzir aqui. Quem sabe, a Audi também.

Por fim, importar é atividade complicada em qualquer mercado. Há riscos cambial, legislativo e de logística, entre outros. Em 1999, o real se desvalorizou frente ao dólar, de R$ 1,10 para R$ 2,00. Quatro anos depois, beirou os R$ 4,00. Marcas e redes de assistência foram a nocaute, sem mudança de alíquota de nenhum imposto. Todos precisam estar preparados para fortes emoções.

RODA VIVA

Ford/Divulgação

FIESTA, da última geração hoje importado do México, será fabricado também em Camaçari (BA), já no início de 2013. Ford, como fabricante prudente, sabe que situações econômicas, de mercado e de legislação podem mudar. O plano é produzir o Fiesta hatch e continuar a importar apenas a versão sedã. Dependendo do rumo do acordo entre os países, fica tudo aqui.

COTAÇÕES entre moedas mudam o panorama ao longo do tempo. O Fusca, por exemplo, teve seu fim apressado quando o marco alemão subiu muito em relação ao dólar, nos anos 1970. Valorização do euro levou fabricantes europeus a abrir fábricas nos EUA. E os japoneses, com a recente escalada do iene, só pensam em construir novas instalações fora do seu país.

SPORTAGE flex de 2 litros segue a mesma fórmula de privilegiar o desempenho com etanol, em termos de potência e toque. São 178 cv (mais 5,3%), porém a Kia não informa o consumo, impedindo a comparação correta entre os combustíveis. Câmbio automático de seis marchas também é novidade no utilitário esporte sul-coreano. Mantidas opções 4×2 e 4×4.

CHERY começou a vender, sem prévio aviso, o monovolume compacto Face equipado com motor flex de 1,3 litro/91 cv. Trata-se da mesma unidade motriz do hatch S18. Parte de R$ 30.000,00, ainda sem aplicação do valor elevado do IPI. Pelo menos os chineses tendem a absorver essa diferença.

ALÉM da atenção para que todos os ocupantes do veículo usem os cintos de segurança – sempre e não apenas nas viagens de verão –, é preciso observar se os cadarços (fitas) estão deslizando normalmente. Uso contínuo e descuidado tende a torcê-los, comprometendo sua proteção. Sem treinar antes, pode ser demorada a operação fundamental de distorcer os cadarços.

Kia Sportage Flex – mais potente, mais versátil e o mais importante: mais barato

As vezes é difícil acreditar que as marcas Kia e Hyundai são irmãs, ainda mais no Brasil. Veja a Hyundai: vende gato por lebre, colocando cavalos extras nos motores do Elantra e do Veloster; mudando informações divulgadas por revista em seus próprios anúncios; e dando prêmios super espeiciais a seus carros – obrigado CAOA!

Agora temos a Kia, sempre mais discreta e elegante. Ao invés de anunciar que o seu Sportage é o “melhor do melhor do mundo na categoria SUVs”, em eleição feita apenas em um país, a marca coreana está lançando o seu SUV com motor flex e, para a surpresa de muitos, com redução de R$ 4.000 de preço.

Sem dúvida a versatilidade de poder ser abastecido com gasolina, etanol e com a mistura (em qualquer proporção) dos dois combustíveis torna o modelo ainda mais atraente. Uma pena que o etanol esteja tão caro no Brasil e que o consumo do veículo, normalmente, aumente, se comparado ao mesmo carro com motor idêntico apenas a gasolina.

O motor 2.0 16V CVVT do Sportage Flex desenvolve 169 cv de potência e 20 kgfm de torque com gasolina e 178 cv e 21,4 mkgf com etanol.

Segundo a Kia Motors, o Sportage LX bicombustível tem preço inicial sugerido de R$ 90.900, com câmbio manual de seis marcha, equipado, de série, com ar-condicionado, banco traseiro bi-partido, cinco encostos de cabeça, rádio com CD Player que lê arquivos em MP3, com entrada auxiliar e USB e com comandos no volante; trio elétrico; volante com regulagem de altura; rodas de liga-leve de 18″ (pneus 235/55); direção elétrica; acendimento automático dos faróis; airbag duplo; cintos de segurança dianteiros com pré-tensionadores, limitadores de carga e regulagem de altura; freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, sensor de estacionamento, entre outros itens.

O Sportage flex também é vendido com transmissão automática de seis velocidades. A versão EX, com preço sugerido de R$ 113.400, é a única com tração integral nas quatro rodas. Todas as outras versões são 4×2.

. Kia Sportage Flex LX 2.0 4×2 MT – R$ 90.900
. Kia Sportage Flex LX 2.0 4×2 AT – R$ 95.400
. Kia Sportage Flex EX 2.0 4×2 AT – R$ 109.300
. Kia Sportage Flex EX 2.0 4×2 AT (10 airbags) – R$ 114.600
. Kia Sportage Flex EX 2.0 4×4 AT – R$ 113.400

Entre Hyundai ix35 e Kia Sportage, não tenho dúvidas na escolha: Sportage.

Fotos: Kia/Divulgação