Alta Roda – Caoa poderá ser marca única de automóveis no Brasil

Chery Tiggo 2 2018

Chery Tiggo 2 2018

Lançamento do Tiggo 2, semana passada em Itupeva (SP), trouxe uma pequena surpresa. No palco, durante a apresentação à imprensa, havia uma unidade azul com uma singela folha de papel branco encobrindo pequena área do lado direito da traseira do crossover/SUV sino-brasileiro. Ao se retirar a folha, apareceu um novo logotipo, Caoa Chery (mesma tipologia), que não estava em nenhum dos carros disponibilizados para avaliação aos jornalistas.

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Alta Roda – Futuro da condução autônoma

O avanço da direção semiautônoma e, em futuro não distante, da condução autônoma completamente conectada a outros veículos e à infraestrutura parece mesmo irreversível. Isso a despeito de incidentes graves de percurso, ambos nos Estados Unidos, um fatal ocorrido com um Tesla; outro, mais recente, envolvendo um Volvo XC90 do Uber ao varar um semáforo vermelho (um pedestre aguardava na faixa, sem chegar a atravessar). Em ambos os casos, os motoristas poderiam ter intervindo, mas não o fizeram.

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Alta Roda – Economizar tem custo

Fabrica-FCA-Fiat-Jeep-Pernambuco

O Inovar-Auto é o exemplo puro de excesso de intervenção governamental em geral e na indústria automobilística em particular. Pode ter havido intenção de fortalecer o setor ao criar obstáculos para quem não produz localmente, mas a estratégia acabou por produzir uma legislação complexa e difícil de implementar. O marco legal começou em 2011 e incluiu incentivos para inovação. Foi preciso editar duas leis, quatro portarias e um decreto ao longo de quatro anos para um programa que teoricamente termina em 2017.

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Alta Roda – Barato que não sai caro

Ao apagar das luzes de 2014 surgem boas notícias em relação à segurança veicular e equipamentos obrigatórios para veículos de duas rodas. Afinal, o Brasil tem uma frota de motocicletas e motonetas (scooters) de cerca de 14 milhões de unidades, segundo estudos que levam em conta sucateamento natural (sem baixa oficial), acidentes, roubos e furtos. Como expõe mais o condutor a riscos do que um veículo fechado, além dos conhecidos problemas de má habilitação, abusos no trânsito e pavimentação esburacada, qualquer avanço em segurança ativa só pode ser muito bem-vinda.

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Alta Roda – Chineses no ataque

Jac-Motors-J3-S-flex-Brasil-2014-2015

Desde a chegada do primeiro automóvel importado chinês, em 2008, o Changhe M100 (rebatizado de Effa M100 pelo importador), o mercado brasileiro foi razoavelmente receptivo, mas as coisas mudaram com o tempo. A falta de tradição se compensava com preços bastante competitivos e modelos sempre completos, com todos os equipamentos mais desejados pelo consumidor. Como os carros são importados do outro lado do mundo, fica difícil mesmo montar uma oferta diversificada de versões.

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Alta Roda – Discussão estéril

Toyota-Corolla-2015-GLi-Brasil

Afinal, por que se discute tanto o preço da nova geração do Corolla (11ª no mundo e a 4ª aqui)? De fato, o carro que já está nas concessionárias ficou mais caro. Basta ver os porcentuais de aumento para as três versões: GLi, 2,6%; XEi, 3,5% e Altis, 7%; começa em R$ 66.570 e vai a R$ 92.900. A versão de topo, realmente, oferece pouco em relação aos concorrentes diretos.

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Alta Roda – Argentinos ainda inquietos

Salão do Automóvel de Buenos Aires, que se encerra dia 30, é boa oportunidade de repassar o longo processo de integração das indústrias automobilísticas dos dois países. Na verdade o livre comércio vem sendo sucessivamente adiado. Último acordo previa 1º de julho deste ano para deixar as fronteiras completamente livres, mas se dá como certo novo adiamento pelo menos até o final de 2014.

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Qual carro comprar: quarteto de dúvidas

O professor Robson está com uma dúvida sobre qual carro ele deve comprar. De forma bem racional, ele está buscando a “MELHOR relação CUSTO X BENEFÍCIO” esses quatro modelos: C3 Picasso GLX com câmbio automático, Nissan Livina SL 1.6, Nissan Livina 1.8 com câmbio automático ou Chery Tiggo.

Para o Robson, Idea e o Meriva, além de bem menores e mais velhos, quando equipados à altura, ficam muito mais caros, por isso estão totalmente fora do comparativo!

Veja as impressões iniciais do Robson sobre cada um dos quatro carros em questão:

Citroen C3 Picasso GLX: além da novidade, da beleza parece bem resolvido em termos de espaço interno e tecnologia, principalmente com cambio automático.
Nissan Livina 1.6 SL: é o mais barato dos quatro e o espaço interno (inclusive entre-eixos) é maior que o francês, mas não tem câmbio automático.
Nissan Livina 1.8 SL: além do bom espaço bom, é mais completo que o 1.6 e tem um motor mais potente e tão econômico quanto o 1.6, além de ter o câmbio automático.
Chery Tiggo: o Chinês entra por ser o SUV mais barato (regulando em preço com o francês e o japonês), mas é bem maior que os demais, tanto interna quanto em capacidade do porta-malas. Ele também tem um motor maior: 2.0 de 135 cv.

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Vale a pena comprar um carro chinês?

Não muito tempo atrás publiquei uma enquete aqui no De 0 a 100 com a seguinte pergunta: Qual é o melhor carro chinês vendido no Brasil?. O resultado foi o esperado, ainda mais pelo fator de novidade do recém lançado Jac J3.

Resolvi então pegar os dois primeiros colocados da enquete, além do veículo que chegou mais recentemente às concessionárias, para fazer uma breve análise de mercado de cada um, pensando na pergunta: vale a pena comprar um carro chinês?

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Carros chineses no Brasil – vamos esperar

Com a chegada do Tiggo (acima) e do Cielo, ambos da Chery, as marcas chinesas finalmente começam a ter alguns carros mais atrativos no mercado brasileiro. Pensando nisso resolvi fazer a seguinte pergunta na enquete: Já vale a pena comprar um carro chinês no Brasil?

Pelo visto os chineses vão precisar de mais um bom tempo para serem bem aceitos por aqui. Para 55% dos votos, as pessoas ainda não pensam em comprar carros vindos da China, preferindo esperar mais para ver o que vai acontecer com eles. Já para 32% das pessoas que votaram, nunca vai valer a pena comprar um carro vindo da China aqui no Brasil.

Mas, se fosse para comprar um, no momento, ele seria da Chery, que foi a única marca levada em consideração na hora da compra (se comparada às outras chinesas), com 12%. Effa e Chana ficaram com 0%.

Veja os números finais da enquete, realizada por 12 dias no mês de dezembro de 2009:

Já vale a pena comprar um carro chinês no Brasil?

Sim, qualquer marca – 0 voto (0%)
Sim, mas só da Chana – 0
voto (0%)
Sim, mas só da Chery – 10
votos (12%)
Sim, mas só da Effa – 0
voto (0%)
Não, prefiro esperar mais – 44
votos (55%)
Não, e nunca vai valer – 26
votos (32%)